|
|
|||||||||||||||||||||||||||
| NOTÍCIAS | |||||||||||||||||||||||||||
|
Fátima, aquela que conhece bem Gilberto Colunista: Alex Segundo Sônia Freyre me disse outro dia, quem melhor conhece a obra do seu pai, Gilberto Freyre, no Brasil, é Fátima Quintas. A admirada Fátima Quintas, antropóloga diplomada pela Universidade Federal de Pernambuco em ciênciais sociais, que assina uma coluna semanal aqui no Jornal do Commercio, autora de romances e contos. Pois bem, de Fátima Quintas acabo de ler o seu novo lançamento As melhores frases de Casa grande & senzala", a obra prima de Gilberto Freyre. Com habilidade e inteligência, a autora soube escolher frases que sintetizam, de certo modo, o que é este livro famoso que acaba de comemorar 50 anos da primeira edição. Reli o livro por meio da síntese feita por Fátima, o que não esgota o interesse para reler todo o original, ao contrário, estimula. Ela que me permita transcrever poucas frases, que marquei na obra: "No Brasil, ainda mais do que Portugal, não há meio mais incerto e precário de identificação de origem social do que o nome de família.", "Raras são as famílias no Brasil tropical que se têm mantido brancas ou quase brancas.", "Pode-se, entretanto, afirmar que a mulher morena tem sido a preferida dos portugueses para o amor, pelo menos para o amor físico.", "O português não falhou, antes fundou a maior civilização moderna nos trópicos". Na verdade, o desejo é transcrever todo o livro de Fátima Quintas. FONTE: Jornal do Commercio, 16/Jun./2005. |
|||||||||||||||||||||||||||